terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

O MANDAMENTO DE JESUS E REFUTAÇÕES À ALGUMAS HERESIAS QUANTO AO COMER E AO GUARDAR O SÁBADO

Não gosto de ficar debatendo religião, mas às vezes torna-se necessário. Só quero esclarecer que não podemos isolar os versículos da Bíblia e depois reorganizarmos ao nosso bel prazer, precisamos observar todo o contexto dele. Em João 13.34 diz: "Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis." Em João 14.15, continuando o mesmo discurso Jesus afirma: "Se me amais, guardai os meus mandamentos." Em João 15.12-14 fala: "O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos. Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando." no versículo 17 Ele enfatiza novamente: "Isto vos mando: Que vos ameis uns aos outros." Dessa maneira fica claro que esse mandamento a que Jesus se refere diz respeito ao amor.
Quanto ao restante, Atos 15.22-29 diz:  "Então pareceu bem aos apóstolos e aos anciãos, com toda a igreja, eleger homens dentre eles e enviá-los com Paulo e Barnabé a Antioquia, a saber: Judas, chamado Barsabás, e Silas, homens distintos entre os irmãos. E por intermédio deles escreveram o seguinte: Os apóstolos, e os anciãos e os irmãos, aos irmãos dentre os gentios que estão em Antioquia, e Síria e Cilícia, saúde. Porquanto ouvimos que alguns que saíram dentre nós vos perturbaram com palavras, e transtornaram as vossas almas, dizendo que deveis circuncidar-vos e guardar a lei, não lhes tendo nós dado mandamento, pareceu-nos bem, reunidos concordemente, eleger alguns homens e enviá-los com os nossos amados Barnabé e Paulo, homens que já expuseram as suas vidas pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo. Enviamos, portanto, Judas e Silas, os quais por palavra vos anunciarão também as mesmas coisas. Na verdade pareceu bem ao Espírito Santo e a nós, não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necessárias: Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da prostituição, das quais coisas bem fazeis se vos guardardes. Bem vos vá."
Vemos em Romanos 13.9: "Com efeito: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, não cobiçarás; e se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo." A Lei nada aperfeiçoou, por isso, Jesus foi feito sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque ab-rogando a lei que era segundo a ordem de Arão. "Porque dele assim se testifica: Tu és sacerdote eternamente, Segundo a ordem de Melquisedeque. Porque o precedente mandamento é ab-rogado por causa da sua fraqueza e inutilidade (pois a lei nenhuma coisa aperfeiçoou) e desta sorte é introduzida uma melhor esperança, pela qual chegamos a Deus." (Hebreus 7.17-19).
Fazendo menção das palavras de Jesus João diz em I João 3.22-27: "E qualquer coisa que lhe pedirmos, dele a receberemos, porque guardamos os seus mandamentos, e fazemos o que é agradável à sua vista. E o seu mandamento é este: que creiamos no nome de seu Filho Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, segundo o seu mandamento. E aquele que guarda os seus mandamentos nele está, e ele nele. E nisto conhecemos que ele está em nós, pelo Espírito que nos tem dado."
Em Gálatas 3.1-14 diz: “O insensatos gálatas! quem vos fascinou para não obedecerdes à verdade, a vós, perante os olhos de quem Jesus Cristo foi evidenciado, crucificado, entre vós? Só quisera saber isto de vós: recebestes o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé? Sois vós tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, acabeis agora pela carne? Será em vão que tenhais padecido tanto? Se é que isso também foi em vão. Aquele, pois, que vos dá o Espírito, e que opera maravilhas entre vós, fá-lo pelas obras da lei, ou pela pregação da fé? Assim como Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça. Sabei, pois, que os que são da fé são filhos de Abraão. Ora, tendo a Escritura previsto que Deus havia de justificar pela fé os gentios, anunciou primeiro o evangelho a Abraão, dizendo: Todas as nações serão benditas em ti. De sorte que os que são da fé são benditos com o crente Abraão. Todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las. E é evidente que pela lei ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá da fé. Ora, a lei não é da fé; mas o homem, que fizer estas coisas, por elas viverá. Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro; Para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios por Jesus Cristo, e para que pela fé nós recebamos a promessa do Espírito.”
Nesse mesmo capítulo, fala: “Logo, para que é a lei? Foi ordenada por causa das transgressões, até que viesse a posteridade a quem a promessa tinha sido feita; e foi posta pelos anjos na mão de um medianeiro. Ora, o medianeiro não o é de um só, mas Deus é um. Logo, a lei é contra as promessas de Deus? De nenhuma sorte; porque, se fosse dada uma lei que pudesse vivificar, a justiça, na verdade, teria sido pela lei. Mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos crentes. Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados. Mas, depois que veio a fé, já não estamos debaixo de aio. Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus. Porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo. Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus. E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa.” (v. 19-29).
Em Gálatas 2.14-21, Paulo indigna-se e diz: “Mas, quando vi que não andavam bem e direitamente conforme a verdade do evangelho, disse a Pedro na presença de todos: Se tu, sendo judeu, vives como os gentios, e não como judeu, por que obrigas os gentios a viverem como judeus? Nós somos judeus por natureza, e não pecadores dentre os gentios. Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada. Pois, se nós, que procuramos ser justificados em Cristo, nós mesmos também somos achados pecadores, é porventura Cristo ministro do pecado? De maneira nenhuma. Porque, se torno a edificar aquilo que destruí, constituo-me a mim mesmo transgressor. Porque eu, pela lei, estou morto para a lei, para viver para Deus. Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim. Não aniquilo a graça de Deus; porque, se a justiça provém da lei, segue-se que Cristo morreu debalde.”

Em Colossenses 2.16-17 Paulo escreve as seguintes palavras: “Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados, que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo.”

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Ansiedade indesejada

Às vezes tudo o que eu queria era me desligar um pouquinho, recarregar a bateria e então lutar com garra, com tanta força e determinação até conseguir alcançar minhas metas.
Mas a vida não é como um curso matutinho que se aproveita todos os turnos para concluir mais rápido. Tem mais a ver com a qualidade do tempo que se tem. Não se pode pular etapas e nem passar apressadamente por elas. Tudo o que pode ser feito é viver.
Como é possível dormir quando a cabeça está cheia de pensamentos loucos para emergir do oculto da alma?

Antibióticos

Queria com palavras expressar o que sinto, mas às vezes o melhor a se fazer é não ser medicado, deixar que o organismo por si só crie anticorpos resistentes aos intrusos que aparecem, ainda que sem a intenção de fazer mal.
Bem, se é intruso tem de ser combatido! por mais que isso me doa reconhecer..
O fato é que tem momentos em que a dor é inevitável, mas necessária para que se estabeleça uma nova etapa muito mais sadia. Livre das nocividades sutis.

Propósito

Deus criou o homem para ser seu adorador voluntário. Por isso lhe deu a liberdade de escolher viver segundo o propósito Dele para a sua vida, ou não.
Assim, Adão e Eva pecaram e com isso perdemos a comunhão com o Criador.
Deus com todo o seu amor quis dar-nos oportunidades de voltarmos à nossa condição original de adoradores. Dessa forma Jesus fez-se carne, habitou entre nós sem se corromper. Morreu numa cruz em nosso lugar. Ressuscitou em carne, voltou aos Céus e nos deixou a promessa de vir-nos buscar.
Se hoje podemos ser chamados filhos de Deus é porque Jesus cumpriu a Sua missão.
Também temos uma missão e precisamos cumpri-la: servir a Deus e a nossos irmãos e apregoar novas de Salvação, mas antes, precisamos ter reestabelecida a nossa comunhão com Deus. Através de Jesus, O Cristo.
E aí? Vamos cumprir nossa missão?
Não é fácil, mas possível!

A dor

Por que insistimos em conviver com a dor? Parece que nos acostumamos com ela. Acho que é porque normalmente ela é alimentada por certas expectativas, que por sua vez são alimentadas por tolas esperanças, o que dificulta que cortemos os vínculos e a deixemos.
Mas a dor cansa, e um dia percebemos que vivemos melhor sem a sua presença. Então ela torna-se lembrança e nada mais.

Equilíbrio

Nossa! sempre acabamos surpreendidos com a nossa capacidade de nos enganarmos não é verdade?
Quantas não foram as vezes que pensamos ser, mas não era?
O tempo passa e mais percebemos que só enxergamos aquilo que queremos, independente de estar ou não ao alcance de nossos olhos.
É vivendo e aprendendo... que no coração não se pode confiar, foi por isso que Deus também nos deu a razão, para que houvesse um equilíbrio.
Pois quando só ouvimos o coração, nos tornamos tolos.
Quando só ouvimos a razão, nos tornamos secos, amargos.
Porém, quando ouvimos os dois, e encontramos o que lhes é comum, então é um sinal de que estamos agindo com pelo menos um pouco da sabedoria que Deus quer nos proporcionar.

domingo, 18 de janeiro de 2015

E se...

E se um dia acordássemos e percebêssemos que tudo aquilo pelo que lutamos, por quase toda a vida, não tenha valido a pena?
Que enquanto gastávamos todos os nossos esforços em busca de bem estar, conforto, dinheiro... os nossos sonhos, aqueles que alimentávamos desde a infância haviam ficado para trás?

E se ao tentar recordar dos momentos singelos da vida, aqueles que são bobos para os alheios, mas que para nós são carregados de significados, notássemos que eles nunca haviam acontecido?
Se nos descobríssemos cercados por estranhos porque não soubemos dar valor aqueles que realmente nos eram importantes?

E se nos víssemos assentados numa poltrona muito bem estofada e aconchegante, numa sala coberta de requinte, mas nos encontrássemos sozinhos?
E se percebêssemos que seria tarde de mais para rever nossos conceitos e refazermos nossos passos?

Seria o fim... triste... infeliz... doloroso...

Mas e se revessemos nossos conceitos, princípios e prioridades agora?

Certamente daria tempo de replanejar nossas ações e escrever uma história mais recheada de importância.
Mas nós não queremos isso não é?
É muito mais fácil lamentar no futuro que reconhecer nossa vulnerabilidade ao erro.

Vamos levantar e fazer do nosso domingo um dia de escolhas boas?
Vamos ultrapassar os limites que nos impuseram?
Vamos dizer não ao conformismo?
Vamos lutar com mais garra pelos nossos ideais?
Vamos trilhar na "contra-mão do sistema"?
Vamos dizer basta à injustiça fazendo a nossa parte?

Vamos dizer sim a Deus!
Vamos amar mais!
Vamos perdoar mais!
Vamos nos doar mais!
Vamos viver mais!
Vamos ser felizes!

Não esperemos o fim para desejarmos um recomeço com oportunidades de fazer tudo diferente.
Façamos as escolhas certas agora. Porque na vida não se tem borracha que apague as consequências da nossa escrita errônea. As rasuras sempre estarão naquela página dizendo-se ignoradas, mas sempre presentes.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

João 8

Depois da Festa dos Tabernáculos, Jesus foi ao Monte das Oliveiras, mas voltou para o templo na manhã do dia seguinte, onde ensinava aqueles que vinham ter com Ele. Foi quando os escribas e fariseus, tentando coloca-lo numa situação constrangedora para ter do que acusa-lo, trouxeram uma mulher que fora pega em adultério, visto que a Lei Mosaica mandava que a apedrejassem. Todavia, já que para esse pecado a mulher precisou de um cúmplice e coparticipante do ato, onde estava ele? O fato é que queriam ansiosamente saber qual seria a resposta de Jesus. Se Ele se mostraria sem compaixão ou se Ele contrariaria a Lei de Deus.
Sabiamente Jesus sugeriu que um “sem pecados” começasse a apedreja-la. Constrangidos, todos se foram, exceto a mulher, a quem Jesus também não condenou, mas concedeu perdão dizendo: “não peques mais”.
O Filho único de Deus veio ao mundo para salva-lo e não condena-lo (João 3.17). A Vontade de Deus é que abandonemos a vida de pecados com o intuito de vivermos em santidade (separação) para a glória do Nome Dele.
Uma vez que tenhamos tido um verdadeiro encontro com Cristo, somos convocados a não mais vivermos no lodo no qual estávamos presos. Porque no momento temos um Advogado junto a Deus, mas, um pouco mais de tempo, e Ele será o Juiz.
Quando Jesus novamente falou com os judeus, disse-lhes sobre a sua missão de ser Luz e guiar a humanidade com a finalidade de que ela fosse liberta e de que viva eternamente, ou seja, não experimente a segunda morte. E que esse era um testemunho verdadeiro, porque não só Ele dizia essas coisas de Si, mas Deus também assim testificava. Falou ainda que aqueles que Nele não cressem, morreriam em seus pecados, visto que apenas Ele poderia liberta-los.
Tais palavras suscitaram em alguns dos judeus uma certa crença que, ao que tudo indica, desapareceu quando Jesus questionou a liberdade deles. Pois mesmo sob o domínio romano, eles consideravam livres, espiritualmente, por descenderem de Abraão. Mas Jesus contestou isso afirmando que o pecado era uma prisão e que não bastava serem “semente” de Abraão se não se comportassem como ele, que jamais procuraria a morte de um inocente.
Os judeus ficaram tão revoltados que tentaram provoca-lo sugerindo que Ele fosse fruto de um adultério de Maria, enquanto que o pai deles era conhecido e era Deus. Dessa vez Jesus questionou o fato de se dizerem filhos de Deus, já que não o amaram e receberam, sendo Ele enviado pelo Pai. Por isso, não conheciam a Deus, pois a única forma de conhece-lo seria através do Filho. Jesus ainda falou que a paternidade deles pertencia a Satanás, o pai da mentira, visto que suas obras se assemelhavam as dele.
Os judeus mentiam por dizerem serem filhos de Abraão e de Deus, quando suas obras confirmavam o contrário. Jesus, por sua vez, dizia a verdade, sendo Ele a Verdade que liberta.
Querendo ofende-lo, disseram os judeus, que Ele era um samaritano endemoniado, mas Jesus também amava aos samaritanos – pois veio estender a todos o direito de serem feitos filhos de Deus – e tinha plena convicção de que suas obras glorificavam a Deus e não O desonravam.
O clima estava tenso, e o ânimo dos judeus ficaram ainda mais alterado quando Jesus referiu a Si próprio como o “Eu Sou” que sempre existiu. Para não ser apedrejado, Ele teve de retirar-se apressadamente. Ainda não havia chegado “o seu tempo”. 
                                                                                                 Por Weide Cassimiro Jerônimo.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

João 7

Em João 7, Jesus estava evitando andar pela Judeia, visto que procuravam a sua morte, por isso mantinha-se na Galileia.
Aproximava-se a Festa dos Tabernáculos (ou da Colheita). Seus irmãos, que não criam Nele, o “provocaram” (de acordo com o que é possível inferir) com as seguintes palavras: “Manifesta-te ao mundo”.
Talvez sejam duras as seguintes palavras, e isso se dê pelo fato de o conhecimento com relação a esses acontecimentos ser limitado ao que está registrado. Enfim, as palavras proferidas pelos irmãos de Jesus podem ser comparadas com as zombarias contra o Mestre nos momentos que sucederam a sua prisão. Quando, por exemplo, disseram: “Salva-te a ti mesmo”, “Desça da cruz”, “se és o Filho de Deus”.
A pergunta é: como os próprios irmãos de Jesus puderam duvidar da sua natureza divina? Como puderam não crer, conhecendo o Seu testemunho?
Quantas vezes também não duvidamos do cumprimento das promessas de Deus feitas a nós, mesmo depois de Ele se mostrar sempre fiel e zeloso com a sua palavra.
O que responderíamos? Qual seria a nossa reação perante a “provocação” dos irmãos de Jesus se estivéssemos em seu lugar? Será que brigaríamos com eles? Ou usaríamos “nosso poder” para fazê-los calar?
A resposta de Jesus àquele estímulo foi ignorar a provocação que havia no questionamento e responder de maneira apropriada: “não é chegado o meu tempo”.
Partindo os irmãos de Jesus para a Judeia, partiu também Ele, porém, secretamente. Os judeus O procuravam, mas só o encontraram quando Ele quis manifestar-se, ensinando. Foi um belo discurso, a ponto de a multidão ficar dividida. Pois alguns desacreditaram, outros tiveram dúvidas e outros creram. Nem mesmo conseguiram prendê-lo, porque a quem fora designada tal missão não houve coragem e determinação suficiente, que resistiram às suas palavras.
Após Jesus discursar, era possível notar vários tipos de semeaduras: sementes que foram arrebatadas pelos pássaros; sementes que foram semeadas entre espinhos; e sementes que caíram em terreno fértil.
Quando Jesus nos fala, a quem nos assemelhamos? Aos que creram, aos descrentes, ou aos duvidosos?
Por fim, houve dissensão até entre os principais, pois Nicodemos achava justo ouvir aquilo que Jesus tinha para falar, outros discordaram e diziam que o fato de o Mestre ser da Galileia O desqualificava como candidato a profeta.
Hoje em dia, ainda existe esse tipo de preconceito entre as pessoas? Placas denominacionais, genealogia e status social são requisitos considerados por Deus para escolher seus atalaias? De forma alguma! Deus procura adoradores em espírito e em verdade. Deus busca pessoas dispostas e comprometidas com seu chamado e a Sua Obra.
Por Weide Cassimiro Jeronimo.