Exagerada?
Sim, eu sou.
Sonho demais, amo demais.
Quando sofro, faço intensamente,
Mas quando passa, sorrio exuberantemente.
Se for pra pagar mico, ah, como eu capricho (cadê as primas pra confirmar? Kkk).
Essa sou eu.
Não sei ser diferente.
E peço, por favor, não tentem me mudar.
Quando eu der gargalhadas, não busque me controlar.
Quando me vir chorando, não queira minhas lágrimas conter. No máximo me ajude as enxugar.
No meu momento "bobo da corte", entre no jogo, sorria também.
Mas se essa Weide não for do seu agrado, com pesar eu te digo, afaste-se meu bem.
Preciso ser eu mesma, ou então não serei ninguém.
Vamos falar de amor? Quem sabe dor... Sonhos? Desilusões? E que tal juntar tudo isso? Já sei! Falaremos da vida. Porque no fim, seus encantos e desencantos nada mais são que belas poesias. Bem vinda, pessoa!
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
PENSAMENTOS DE UMA SONHADORA
Enquanto um discreto chuvisco se dissipa, ela caminha pelas ruas da cidade, esperando por algo... talvez alguém... quem é que sabe?
Ao som agradável que vem, sutilmente de um restaurante do outro lado da avenida, ela desfila, calmamente, no tapete vermelho de seu próprio reino, também conhecido como "Sonhos".
E se, assim como nos filmes, ela se esbarrasse em alguém ou algo que pudesse interferir em todo o seu viver? Vai que a percebam enquanto seus olhos grandes fixam-se no nada e seus cachos são delicadamente tocados pela brisa.
Um filme vai rodando em sua imaginação, embalada pela vontade de algo novo experimentar, até que ela se dá conta de que está na realidade, e como se dissesse a si mesma "deixe de ser boba, guria", um sorriso meigo dos lábios deixa escapar.
Ali estão ela e o mundo. Este último tão vasto, mas pela primeira vez, do tamanho certo para o seu gosto. Por um momento, que não sabe o quanto vai durar, ela sabe qual é o seu lugar no Universo, e embora não faça a mínima ideia do que esteja por vir, tem certeza de que longe irá chegar.
Afinal, pra que servem os sonhadores, senão para acreditar naquilo que para outros é apenas utopia?
Ela continua a caminhar, e percebe, enquando lentamente move os seus pés, que a vida nada espera. Sim, pois quem espera são pessoas. Aguardam por si, até que estejam prontas sabe Deus para que; esperam por outros, por achar valer a pena; mas a vida? Ah! Essa continua a passar, e em um ritmo inexplicavelmente acelerado, em contradição aos que seguem devagar.
E a moça continua andando. Ora, quem caminha, mesmo sem conhecer seu destino, sabe que chegará a algum lugar.
Enquanto se move, reflete e agradece a Deus por seu caminho. E nessa euforia de achar, ingenuamente, que quase compreende a vida, decide que mesmo pequeno e simples, mundo também será, mas somente para quem souber lhe amar e em seu abraço quiser se aconchegar.
(Weide CJ).
Ao som agradável que vem, sutilmente de um restaurante do outro lado da avenida, ela desfila, calmamente, no tapete vermelho de seu próprio reino, também conhecido como "Sonhos".
E se, assim como nos filmes, ela se esbarrasse em alguém ou algo que pudesse interferir em todo o seu viver? Vai que a percebam enquanto seus olhos grandes fixam-se no nada e seus cachos são delicadamente tocados pela brisa.
Um filme vai rodando em sua imaginação, embalada pela vontade de algo novo experimentar, até que ela se dá conta de que está na realidade, e como se dissesse a si mesma "deixe de ser boba, guria", um sorriso meigo dos lábios deixa escapar.
Ali estão ela e o mundo. Este último tão vasto, mas pela primeira vez, do tamanho certo para o seu gosto. Por um momento, que não sabe o quanto vai durar, ela sabe qual é o seu lugar no Universo, e embora não faça a mínima ideia do que esteja por vir, tem certeza de que longe irá chegar.
Afinal, pra que servem os sonhadores, senão para acreditar naquilo que para outros é apenas utopia?
Ela continua a caminhar, e percebe, enquando lentamente move os seus pés, que a vida nada espera. Sim, pois quem espera são pessoas. Aguardam por si, até que estejam prontas sabe Deus para que; esperam por outros, por achar valer a pena; mas a vida? Ah! Essa continua a passar, e em um ritmo inexplicavelmente acelerado, em contradição aos que seguem devagar.
E a moça continua andando. Ora, quem caminha, mesmo sem conhecer seu destino, sabe que chegará a algum lugar.
Enquanto se move, reflete e agradece a Deus por seu caminho. E nessa euforia de achar, ingenuamente, que quase compreende a vida, decide que mesmo pequeno e simples, mundo também será, mas somente para quem souber lhe amar e em seu abraço quiser se aconchegar.
(Weide CJ).
sábado, 3 de dezembro de 2016
NEM AMIGA, MEU SENHOR?
Como é difícil te arrancar um "sim", justo pra mim que poucas vezes te disse "não".
Você me negou seu amor quando tudo o que fiz foi te amar. Privou-me de teu sorriso, mesmo quando eu disfarçava a minha dor e espremia minha alma para um riso te ofertar. Quando uma mão estendi, você a recusou. Quando o meu ombro ofereci, dele pouco fizeste... o desprezou. Então te ofertei minha amizade, mas veja só, você se afastou.
Não me restou mais nada a oferecer senão minhas orações e lágrimas, e ainda assim só as posso doar em silêncio, sem que você saiba, porque até disso fui privada.
Quem diria? eu que nunca gostei de que me dissessem o que fazer... acabo acatando as "babaquices" que ouvi de você. Mas como me opor? não seria ainda mais me humilhar? Não se pode fazer com que, sem querer, ao seu lado alguém queira ficar.
Perdoei os planos interrompidos, os sonhos não realizados, o amor talvez (mas só talvez) fingindo, e o vazio no meu peito deixado.
Perdoei-te pelas lágrimas derramadas, por ter sido trocada... só queria estar por perto, alegrando-me com o teu sucesso, do qual nunca duvidei.
Já sabia que não me amava (e que possivelmente nunca me amou), mas achava que te importavas. Queria ser tua amiga, só isso... mas era conveniente que de ti me despedice, não é? Para que pudesses te veres livre, da chata, grudenta mais que carrapata, mas que só queria te ver bem, até mesmo ignorando o "com quem?". Só queria te ver feliz...
O engraçado é que tudo, mesmo em dor e aos prantos, aceitei. Nenhum rancor guardei. E o que por fim mais me magou, foi ser rejeitada outra vez, meu senhor. Quem se nega a uma amizade? Não sei se é exagero, mas a mim parece tanta maldade. O que concluo é que não te importas, na verdade. Dura ou não, essa é a realidade.
A única coisa que fiz questão de pedir, você me negou. Se nem pra amiga te sirvo, Sinto por ti, meu amor.
Vou seguindo meu caminho, com ou sem você chegarei longe. Talvez um dia, nas voltas que a vida dá, possamos novamente nos encontrar, contar histórias, dar risadas enquanto tomamos, sei lá, um chá? (rss. Era necessário pra rimar).
Talvez você me conte o quanto feliz foi sem mim e eu te diga que foi melhor assim, mesmo que no profundo da alma, uma última lágrima esteja guardada, a qual provavelmente vou evitar, para que quando chegar em casa, sem que você saiba, calmamente eu a possa derramar.
Você me negou seu amor quando tudo o que fiz foi te amar. Privou-me de teu sorriso, mesmo quando eu disfarçava a minha dor e espremia minha alma para um riso te ofertar. Quando uma mão estendi, você a recusou. Quando o meu ombro ofereci, dele pouco fizeste... o desprezou. Então te ofertei minha amizade, mas veja só, você se afastou.
Não me restou mais nada a oferecer senão minhas orações e lágrimas, e ainda assim só as posso doar em silêncio, sem que você saiba, porque até disso fui privada.
Quem diria? eu que nunca gostei de que me dissessem o que fazer... acabo acatando as "babaquices" que ouvi de você. Mas como me opor? não seria ainda mais me humilhar? Não se pode fazer com que, sem querer, ao seu lado alguém queira ficar.
Perdoei os planos interrompidos, os sonhos não realizados, o amor talvez (mas só talvez) fingindo, e o vazio no meu peito deixado.
Perdoei-te pelas lágrimas derramadas, por ter sido trocada... só queria estar por perto, alegrando-me com o teu sucesso, do qual nunca duvidei.
Já sabia que não me amava (e que possivelmente nunca me amou), mas achava que te importavas. Queria ser tua amiga, só isso... mas era conveniente que de ti me despedice, não é? Para que pudesses te veres livre, da chata, grudenta mais que carrapata, mas que só queria te ver bem, até mesmo ignorando o "com quem?". Só queria te ver feliz...
O engraçado é que tudo, mesmo em dor e aos prantos, aceitei. Nenhum rancor guardei. E o que por fim mais me magou, foi ser rejeitada outra vez, meu senhor. Quem se nega a uma amizade? Não sei se é exagero, mas a mim parece tanta maldade. O que concluo é que não te importas, na verdade. Dura ou não, essa é a realidade.
A única coisa que fiz questão de pedir, você me negou. Se nem pra amiga te sirvo, Sinto por ti, meu amor.
Vou seguindo meu caminho, com ou sem você chegarei longe. Talvez um dia, nas voltas que a vida dá, possamos novamente nos encontrar, contar histórias, dar risadas enquanto tomamos, sei lá, um chá? (rss. Era necessário pra rimar).
Talvez você me conte o quanto feliz foi sem mim e eu te diga que foi melhor assim, mesmo que no profundo da alma, uma última lágrima esteja guardada, a qual provavelmente vou evitar, para que quando chegar em casa, sem que você saiba, calmamente eu a possa derramar.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
DEVOCIONAL 02/12/2016
"Este é o dia com que nos presenteou o SENHOR: festejemos e regozijemo-nos nele!"
(Salmos 118.24).
Quando pela manhã os olhos abri, e percebi-me viva, então compreendi que de Deus, mas uma vez, recebera um embrulho cuidadosamente embalado.
Sabe o que é curioso?
Tem dias que o embrulho parece belo, encantador. Existe ocasião, no entanto, que ele não desperta expectativa alguma quanto ao que trás em seu interior.
Mas se há uma coisa que tenho aprendido depois de tantas manhãs, é que o embrulho jamais altera o conteúdo.
Por mais belo que o pacote possa parecer, ou mais sem graça que possa ser, sempre, dentro dele existe um vale-oportinidade com a seguinte descrição: "Vale-oportunidade. Resgate seu prêmio!"
E assim, todos os dias escolho o que eu quero.
A princípio, inexperiente como ninguém, costumava me deixar levar pelas opções que pareciam mais óbvias, que nem sempre eram as melhores. Às vezes eram dias medíocres, repletos de ingratidão e insatisfação. Porém, o tempo tem ensinado-me que se eu buscar direitinho, em algum lugar da prateleira, sempre existirá um "dia bom". Pego-lhe cuidadosamente e saio por aí, alegrando-me e aproveitando dele o máximo que posso.
Sabe por quê?
Esse é o dia que o Senhor fez.
(Salmos 118.24).
Quando pela manhã os olhos abri, e percebi-me viva, então compreendi que de Deus, mas uma vez, recebera um embrulho cuidadosamente embalado.
Sabe o que é curioso?
Tem dias que o embrulho parece belo, encantador. Existe ocasião, no entanto, que ele não desperta expectativa alguma quanto ao que trás em seu interior.
Mas se há uma coisa que tenho aprendido depois de tantas manhãs, é que o embrulho jamais altera o conteúdo.
Por mais belo que o pacote possa parecer, ou mais sem graça que possa ser, sempre, dentro dele existe um vale-oportinidade com a seguinte descrição: "Vale-oportunidade. Resgate seu prêmio!"
E assim, todos os dias escolho o que eu quero.
A princípio, inexperiente como ninguém, costumava me deixar levar pelas opções que pareciam mais óbvias, que nem sempre eram as melhores. Às vezes eram dias medíocres, repletos de ingratidão e insatisfação. Porém, o tempo tem ensinado-me que se eu buscar direitinho, em algum lugar da prateleira, sempre existirá um "dia bom". Pego-lhe cuidadosamente e saio por aí, alegrando-me e aproveitando dele o máximo que posso.
Sabe por quê?
Esse é o dia que o Senhor fez.
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
NÃO ME CONFORMO COM O CONFORMISMO
É melhor tentar e falhar que preocupar-se e ver a vida passar. É melhor tentar, ainda que em vão, que sentar-se fazendo nada até o final. Eu prefiro na chuva caminhar que em dias tristes em casa me esconder. Prefiro ser feliz, embora louco, que em conformidade viver (Martin Luther King).
“[Eu] Pensava que nós seguíamos caminhos já feitos, mas parece que não os há. O nosso ir faz o caminho.” (C. S. Lewis).
Eis duas falas de homens que deixaram importantes legados para a sociedade, mas que poderiam ser de qualquer pessoa, por mais anônima que fosse, desde que compreendesse as grandes, e ao mesmo tempo simples, verdades da vida.
Hoje, um dia como qualquer outro, em que uma mulher, que por diversas vezes vê-se ainda como menina (dada a sua insistência em crer que ainda há bondade e magia no mundo), poderia acordar, levantar-se de sua cama pronta para viver, de forma bela e intensa. Maravilhoso! Não fosse um pequeno detalhe: há algum tempo, sonhar, que costumava ser a minha melhor habilidade, desde a infância, tornou-se um desafio ímpar, dadas algumas circunstâncias que a vida traz.
Para ser mais precisa, desde que precisei aprender que muitas das histórias que li, e por algumas vezes reli, bem como aquelas vistas em qualquer filme da “Sessão da tarde”, na verdade costumam ficar aprisionadas em livros e roteiros cinematográficos (a realidade é bem diferente!), tenho vivido uma experiência nova, em que a vida, que costumava antes ser tão bela, colorida e perfumada, a despeito da dura realidade, tornou-se sem graça, cinza e sem cheiro. Obviamente sei que isso é apenas uma fase, e como qualquer outra vai passar quando eu estiver pronta para isso. Sempre fui assim, do tipo de aprender cada lição que nos é proposta, com o intuito de que possa me tornar uma pessoa melhor. Infelizmente, saber que as coisas ficarão bem não anestesia a dor que sinto por ter de abrir mão de coisas importantes, no entanto, torna-a suportável.
Em momentos assim, em que dúvidas permeiam nossa mente, e as circunstâncias parecem conspirar para abalar nossa fé, temos pelo menos duas alternativas a considerar. A primeira delas é revoltar-se contra tudo e colocar-se na posição de “coitadinhos” esquecidos por Deus, amargurar-se perpetuamente e ser para sempre infeliz. Mas… que vantagem haveria nisso? Bem, nesses termos, meu intelecto pede que eu dê mais atenção à segunda opção, que nada mais é que aceitar o fato de que coisas acontecem o tempo todo, e que muitas delas estão fora de nosso controle. Precisamos ser adultos para lidar com as consequências de nossas próprias escolhas e usar qualquer situação como aprendizado, a fim de que possamos ampliar as nossas chances de cometer acertos, futuramente, caso tenhamos oportunidade para isso.
Nesse novo processo de aprendizagem (como costumo considerar cada experiência), sinto-me bastante instável, na verdade, em pleno mar, onde tem dias que as ondas oscilam calmamente, e outros em que parecem querer me afogar (porém, não vão). Tem dias que a saudade machuca mais, tem dias que consigo subjugá-la (é no que, pelo menos, tento acreditar). Às vezes consigo segurar as lágrimas, ou melhor, adiá-las. Mas o bom é perceber que quanto mais os dias passam, mas os momentos maravilhosos vão tornando-se lembranças, e a menos que haja determinada interferência, de alguém ou de Deus, em questão de tempo, será apenas isso, fragmentos de memória, guardados em gavetas escuras e profundas, pouco visitadas.
“Bem, Weide, suas crises devem estar te enlouquecendo”, talvez alguém possa argumentar, “até agora não vi nenhuma ligação das citações com esse seu monte de blablablá!”. De fato, parece sem nexo, e talvez seja, mas como essa é a minha reflexão, talvez eu me permita alguns devaneios (rss). Deixe-me tentar ser mais objetiva…
A primeira citação, remetida a Luther King, fala da decisão de correr atrás da realização de nossos sonhos, ir em busca de nossos objetivos… Desde a adolescência, um medo me assombra, o de em um dia estar sentada em uma cadeira, sonhando incessantemente, e em em outro perceber-me no mesmo lugar, anos depois, sem nenhum desses sonhos realizar. Meu temor chama-se “conformismo”. Tem coisas que precisamos aceitar, outras não. Pior que arrepender-se de ter tentado sem êxito conseguir, é arrepender-se de nunca ter empenhado esforço por algo que tanto queríamos. É por isso que decidi caminhar, ainda que me arrastando, em vez de ficar parada, chorando meus pesares. Se for pra chorar, que seja andando, porque dessa forma, hora ou outra encontrarei motivos para sorrir novamente.
A segunda citação faz referência a C. S. Lewis (sim! o autor dos sete livros que compõem a Obra “As Crônicas de Nárnia” que amo de paixão) e diz respeito ao fato de que nós escolhemos o nosso destino. Claro que acredito que Deus tem uma bela história escrita para cada pessoa, e esta está relacionada à Sua vontade espontânea (como costumo falar). Porém, sei que existe também uma história alternativa, relacionada à vontade permissiva de Deus. Esta tem relação direta com as escolhas que fazemos. Se tem uma coisa que estou aprendendo, é que o ser humano sempre atrai para si essa última vontade, pois tem mania de realizar interferências, e é inteiramente inclinado a agir de acordo com suas próprias convicções (mesmo quando as mesmas são equivocadas). Assim, vamos escrevendo dia após dia a nossa história, através de erros e acertos.
Enfim, o que eu quero dizer com isso tudo? Não tenho certeza… Talvez possa ser que o que eu queira expressar é a minha resolução de não desistir da felicidade, mesmo estando triste; Quem sabe, que precisamos seguir adiante, mesmo após uma queda; ou possivelmente tudo isso ao mesmo tempo acrescido de que não importa o quão difícil seja o nosso problema, somos nós que aceitamos ser vencidos por eles, ou nos propomos a continuar lutando, até vencer. Em outras palavras, o conformismo é a prisão que nos separa da realização de um sonho.
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
#ELA
Ela sempre foi confusa com os detalhes, mas sempre soube o que queria.
Aprendeu, com as pancadas que a vida dá, que poderia vencer qualquer obstáculo, se Deus com ela estivesse.
Aprendeu a não ser controlada, a superar desafios, mostrar-se capaz. E pensa na garota que sabia fugir como ninguém daquilo que ameaçava abalar suas convicções.
E assim foi amadurecendo, até chegar ao estágio de autoconfiança e segurança inabaláveis. Foi então que ela se viu exposta e vulnerável a uma dessas coisas comuns da vida. Tentou fugir mais quando se deu conta, toda a sua "autossuficiência" já estava comprometida, então ela se lembrou de que em todas as vezes que havia vencido, nunca estivera no controle, e sim Deus.
Agora ela está assim, novamente totalmente dependente de seu Pai, e segue feliz, sem prever as curvas que a vida dá e sem saber quais surpresas vai encarar. Ela está de novo confusa com os detalhes, mais guarda consigo a certeza de que tudo dará certo no final.
Aprendeu, com as pancadas que a vida dá, que poderia vencer qualquer obstáculo, se Deus com ela estivesse.
Aprendeu a não ser controlada, a superar desafios, mostrar-se capaz. E pensa na garota que sabia fugir como ninguém daquilo que ameaçava abalar suas convicções.
E assim foi amadurecendo, até chegar ao estágio de autoconfiança e segurança inabaláveis. Foi então que ela se viu exposta e vulnerável a uma dessas coisas comuns da vida. Tentou fugir mais quando se deu conta, toda a sua "autossuficiência" já estava comprometida, então ela se lembrou de que em todas as vezes que havia vencido, nunca estivera no controle, e sim Deus.
Agora ela está assim, novamente totalmente dependente de seu Pai, e segue feliz, sem prever as curvas que a vida dá e sem saber quais surpresas vai encarar. Ela está de novo confusa com os detalhes, mais guarda consigo a certeza de que tudo dará certo no final.
FANTASMAS
Tenho medo de fantasmas.
Não, não me refiro às almas penadas que saem por aí trajando lençóis. Rss.
Temo os fantasmas que nós mesmos criamos para nos atormentar. Eles são sempre resultado de assuntos não resolvidos. É por isso que procuro não me privar do desconforto de pedir desculpas, quando necessário, e nem da vergonha de dizer "eu te amo", ainda que não sendo amada.
Não quero morrer sem dizer a alguém que sinto muito tê-lo machucado, e nem que esta pessoa morra desconhecendo tal verdade.
Também não quero levar para o túmulo o segredo de que amo alguém, e muito menos que este se vá sem saber o quanto é amado.
Se tiver que ter fantasmas, que sejam as almas penadas, afinal, estas não existem!
Não, não me refiro às almas penadas que saem por aí trajando lençóis. Rss.
Temo os fantasmas que nós mesmos criamos para nos atormentar. Eles são sempre resultado de assuntos não resolvidos. É por isso que procuro não me privar do desconforto de pedir desculpas, quando necessário, e nem da vergonha de dizer "eu te amo", ainda que não sendo amada.
Não quero morrer sem dizer a alguém que sinto muito tê-lo machucado, e nem que esta pessoa morra desconhecendo tal verdade.
Também não quero levar para o túmulo o segredo de que amo alguém, e muito menos que este se vá sem saber o quanto é amado.
Se tiver que ter fantasmas, que sejam as almas penadas, afinal, estas não existem!
domingo, 24 de abril de 2016
INEVITÁVEL DOR
Diante de tudo o que me tem acontecido, os vendavais da noite, as fortes ondas do revolto mar, que é a vida, não resta nada senão esperar, com o intuito de receber de Deus tudo o que me tem preparado, a seu devido tempo. Conforta-me a certeza de que no final tudo se resolverá e sem dúvida alguma desfrutarei da alegria de ter o que me é por misericórdia de Deus. A bênção do Senhor. Entretando, temo estar certa em ter plena convicção de que, até que tudo se ajeite, experimentarei mais uma dose da tão conhecida dor, de ter que deixar partir mais uma das expectativas por mim alimentada, ainda que por teimosia. Ah! Mas o que é a dor senão a resposta que o nosso corpo dá quando somos resbalados pela urgência de confrontar nossa emoção, simplesmente porque sua irmã, a razão, decidiu mais uma vez acabar com a festa e apagar a luz que outrora fora acesa, sabe-se lá por quem, nossa esperança ou carência. Tal dor nunca abandonou-me por longo período, tornara-se companheira nessa jornada em busca do amor. Não apenas o que se sente, mas também aquele que se vivencia. Creio que ela tenha sido importante para o meu amadurecimento, tanto quanto a luz para o desenvolvimento de um flor. Talvez ela tenha se tornado como um instrumento de Deus, a fim de tornar-me forte, íntegra o bastante para receber de Si algo importante e guardá-lo com diligência. Bem, mas fato é que não vejo a hora de livrar-me dessa dor. Vê-la se esvaindo e abrindo lugar para o companheirismo, a amizade, a fidelidade, comprometimento e todos os outros elementos do conjunto formado pela união de dois outros conjuntos, que embora não fossem vazios, nunca antes puderam ser chamados de completos.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
ESPERAR PRA SER FELIZ?
Quem se escondeu debaixo da luz do lindo luar
Senão a menina bela que vivia sempre a sonhar?
Enquanto ali deitada
na grama, pelo orvalho molhada
Como a linha que forma ao bordado dava
Dia e noite ela passava
O seu futuro a traçar.
Um dia se formaria
Um bom emprego teria
Pessoas ajudaria
Pelo mundo viajaria
coisas novas conheceria
Tão feliz ela seria.
Mas o tempo foi passando
A idade aumentando
E a menina percebeu
Que nem tudo o que sonhou
Nem anseios,
Nem amor
De fato aconteceu.
Ela então se deprimiu
Os seus sonhos comprimiu
Bem no peito os guardou
Foi viver a realidade
Com toda a sua crueldade
Esperando pelo dia
Que como a princesa desperta da magia
Tudo enfim viesse acontecer,
Porém ela não percebeu
Que mesmo com o desalento seu
Muitas coisas aprendeu
E cada vez mais cresceu.
Mas hoje ela acordou!
Não foi como um conto de fadas
Em que tudo, inexplicavelmente se ajeitou.
Na verdade se viu enfadada
De esperar estava cansada
E algo importante decidiu
Não, ela não quer desistir de sonhar
Não, muito menos deixar de lutar
Ela apenas determinou
Que independente de qualquer coisa
O tempo de ser feliz é já!
Assinar:
Comentários (Atom)