Então disseram dela: "é uma louca! Que mais seria? Como pode alguém andar assim, sorridente, esbanjando gentileza a tanta gente, mostrando a todos o quanto é contente? Acaso não existem problemas ou algo que a faça chorar?" Mas mal sabiam eles que isso era porque ela fazia de suas lágrimas seus segredos, uma forma de encarar seus medos, uma substância capaz de sua alma lavar. Não eram elas sinal de fraqueza, mas um instrumento na obtenção de leveza, pois sempre, logo após caírem, a doce moça novamente tinha sorrisos a ofertar.
(Texto do dia 25 de abril).
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