Ela sempre foi confusa com os detalhes, mas sempre soube o que queria.
Aprendeu, com as pancadas que a vida dá, que poderia vencer qualquer obstáculo, se Deus com ela estivesse.
Aprendeu a não ser controlada, a superar desafios, mostrar-se capaz. E pensa na garota que sabia fugir como ninguém daquilo que ameaçava abalar suas convicções.
E assim foi amadurecendo, até chegar ao estágio de autoconfiança e segurança inabaláveis. Foi então que ela se viu exposta e vulnerável a uma dessas coisas comuns da vida. Tentou fugir mais quando se deu conta, toda a sua "autossuficiência" já estava comprometida, então ela se lembrou de que em todas as vezes que havia vencido, nunca estivera no controle, e sim Deus.
Agora ela está assim, novamente totalmente dependente de seu Pai, e segue feliz, sem prever as curvas que a vida dá e sem saber quais surpresas vai encarar. Ela está de novo confusa com os detalhes, mais guarda consigo a certeza de que tudo dará certo no final.
Vamos falar de amor? Quem sabe dor... Sonhos? Desilusões? E que tal juntar tudo isso? Já sei! Falaremos da vida. Porque no fim, seus encantos e desencantos nada mais são que belas poesias. Bem vinda, pessoa!
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
FANTASMAS
Tenho medo de fantasmas.
Não, não me refiro às almas penadas que saem por aí trajando lençóis. Rss.
Temo os fantasmas que nós mesmos criamos para nos atormentar. Eles são sempre resultado de assuntos não resolvidos. É por isso que procuro não me privar do desconforto de pedir desculpas, quando necessário, e nem da vergonha de dizer "eu te amo", ainda que não sendo amada.
Não quero morrer sem dizer a alguém que sinto muito tê-lo machucado, e nem que esta pessoa morra desconhecendo tal verdade.
Também não quero levar para o túmulo o segredo de que amo alguém, e muito menos que este se vá sem saber o quanto é amado.
Se tiver que ter fantasmas, que sejam as almas penadas, afinal, estas não existem!
Não, não me refiro às almas penadas que saem por aí trajando lençóis. Rss.
Temo os fantasmas que nós mesmos criamos para nos atormentar. Eles são sempre resultado de assuntos não resolvidos. É por isso que procuro não me privar do desconforto de pedir desculpas, quando necessário, e nem da vergonha de dizer "eu te amo", ainda que não sendo amada.
Não quero morrer sem dizer a alguém que sinto muito tê-lo machucado, e nem que esta pessoa morra desconhecendo tal verdade.
Também não quero levar para o túmulo o segredo de que amo alguém, e muito menos que este se vá sem saber o quanto é amado.
Se tiver que ter fantasmas, que sejam as almas penadas, afinal, estas não existem!
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